BACURITUBA, MA
1953
Marlene Barros
Marlene Barros expande as possibilidades do bordado e do crochê para além do ambiente doméstico para expor as tensões históricas e correntes do corpo feminino, elaborando temas como a maternidade, o erotismo e as marcas da violência. Suas esculturas de tecido utilizam a trama para criar formas que remetem a órgãos, máscaras e fragmentos de arquiteturas, de modo que o ato de costurar funciona como uma tentativa de afirmar memórias, preencher ausências e esboçar novas rotas para afetos correntes.






Suas exposições individuais incluem: “Marlene Barros: Tecitura do Feminino” (2026, Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, Belo Horizonte, Brasil); e “EntreLinhas” (2024, Convento das Mercês, São Luís, Brasil). Participou de mostras coletivas e outros projetos, como: intervenção urbana “A Sutura das Brechas do Inexistente” na Itinerância da 1ª Bienal das Amazônias (2025, Praça Valdelino Cécio, São Luís, Brasil); e a exposição coletiva “30 Cores em Maio” (2024, Fundação da Memória Republicana Brasileira, Convento das Mercês, São Luís, Brasil), mostra na qual foi vencedora do Salão de Arte com a obra “Quem pariu, que embale”.